quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Nem todos se chamam John Smith

Acho que não podia deixar de partilhar com voçes que nem todos os ingleses têm esse nome. Hoje conheci uma aluna de enfermaria, 25 anos, que já vai no terceiro filho (o mais velho com 8 anos) ao qual deu os nomes de Shoeno, China e Paniro.

Os primeiros 2 nomes foram dados "porque sim" mas o último tem uma história interessante. Pelo que parece o pai destas crianças é fã do Al Pacino e do Robert de Niro... Já construiram o puzzle? PAcino + NIRO= PANIRO! Deixem a vossa imaginação fluir e façam sugestões para os nomes dos meus filhos (baseados em celebridades, claro...)

P.S: Hoje dei uma apresentação em frente de 30 pessoas e só quando acabei é que reparei que tinha a berguilha aberta. Nice one Laura.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Afinal de contas porque é que vim para Londres?

Está na altura de dar a deculpa da treta: "não escrevo a algum tempo porque... ando a estudar."

Por agora podem ficar aborrecidos quando digo isto (pois significa menos posts no blogue) mas daqui a uns anos vão estar agradecidos! São joelhos, pés, calcanhares, costas, ombros.. voces sabem perfeitamente onde me vão precisar.
E agora só para terminar: voces sabiam que todos nós temos mais do que um par de biceps? Aposto que não fazem ideia onde ficam..

P.S: Não posso deixar de mencionar o quão feliz fiquei por ter a minha 'Blancanieves' (Isabel Oriol) e o meu querido irmão Nuno cá a visitar-me estes últimos fins de semana :)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Sol vs. Laura


O outro dia acabei as aulas por volta das 16 horas e ao olhar pela famosa janela do meu quarto vi que estava um dia óptimo e despertou-me uma certa vontade de ir ler o meu livro debaixo do sol.

Lá fui eu toda contentinha com o livro debaixo do braço a saltitar pelas ruas de London Bridge, tinha em mente um relvado virado para o rio. Porém, comecei a reparar que os predios colossais estavam a tapar o meu sol e não estava a sentir nem um raio de sol na minha cara. "Oh meu deus", pensei eu, "será que o relvado vai estar coberto de SOMBRA?"

Ao chegar, não sabia se havia de entrar num Starbucks e afogar as minhas mágoas com um Caffè Mocha ou de voltar para casa e amuar: só via sombra. Mas derrepente apareceu uma visão espectacular perante os meus olhos: Havia sol no outro lado da ponte! Uns bancos brilhantes, uma relva radiante! Evidentemente subi à ponte e caminhei com o objectivo de chegar ao outro lado da ponte onde havia magia e alegria.

E não é que a história não termina aqui? Estava eu a meio da ponte quando comecei a reparar que talvez o sol me estivesse a desafiar. Entretanto já eram quase 16.30h e consequentemente o sol continuava a baixar, mas a uma velocidade de pantera da selva. Acelarei o passo e ao chegar ao outro lado da ponte ainda tive de contornar um castelo antes de chegar ao local maravilhoso. Já a suar por debaixo do casaco e cachecol, o sorriso da minha cara sumiu rapidamente ao ver que sol já se tinha escondido alegremente por detrás dos edifícios. São tsunamis, furações, tremores de terra... e agora isto. A natureza acaba sempre por ganhar- o sol venceu-me nesta corrida.